Manejo da doença hepática esteatótica metabólica (DHEM) no diabetes tipo 2 e pré-diabetes

Autores: Wellington S. Silva Júnior, Cynthia Melissa Valério, João Marcello de Araujo-Neto, Amélio F. Godoy-MatosEditor-Chefe: Marcello BertoluciÚltima revisão em: 16/01/2024DOI: 10.29327/5412848.2024-8 | Cite este Artigo Introdução A doença hepática esteatótica…

Continue lendoManejo da doença hepática esteatótica metabólica (DHEM) no diabetes tipo 2 e pré-diabetes

Tratamento farmacológico do pré-diabetes

A hiperglicemia é um fator de risco contínuo para desfechos micro e macrovasculares. Tanto o tempo como a intensidade da hiperglicemia estão associados ao desenvolvimento e progressão de complicações micro e macrovasculares.1 No momento do diagnóstico de DM2, 8% a 16% dos pacientes já apresentam retinopatia, 17% a 22% já têm microalbuminúria e 14% a 48% já têm algum grau de neuropatia periférica.2-3 Alguns estudos mostram haver um atraso de três anos a seis anos entre o início da doença e o diagnóstico do DM2,4 sendo, por isso, muito importante que se detecte o DM2 o mais cedo possível. Desta forma, devemos estar atentos ao pré-diabetes e seu potencial de progressão para DM2.

Continue lendoTratamento farmacológico do pré-diabetes